A repercussão envolvendo um ex-vereador de Mâncio Lima segue gerando questionamentos por parte de familiares e pessoas próximas, que contestam as acusações divulgadas.
De acordo com eles, o ex-parlamentar não é traficante e não possui qualquer ligação com o crime organizado. Afirmam que ele enfrenta um problema de dependência química e vinha em processo de recuperação.
Segundo os relatos, ele havia saído recentemente da Fazenda da Esperança, onde estava em tratamento. No momento em que foi encontrado, estaria sob efeito de álcool e entorpecentes, em situação de vulnerabilidade.
Os familiares reforçam que a substância encontrada seria destinada ao uso pessoal, destacando que se tratava de uma quantidade irrisória.
Durante a audiência de custódia, o caso foi analisado pelas autoridades competentes, ocasião em que foi avaliada a possibilidade de oferecimento de denúncia. No entanto, não houve denúncia, justamente em razão da pequena quantidade de substância, sendo entendido que não se tratava de situação de tráfico.

Diante disso, foi adotada uma medida voltada à recuperação do ex-vereador, com a determinação de prisão domiciliar pelo período de 180 dias em uma casa de tratamento. Ele foi encaminhado para a APADEG, onde deverá seguir em acompanhamento.
A família reforça que o caso deve ser tratado como questão de saúde pública, e não como envolvimento com atividades criminosas.
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