Apesar das mortes e do agravamento da crise, principalmente em Teerã, os dois lados mantêm o tom duro desde o começo do conflito.
Donald Trump afirmou que as condições ainda não são adequadas para um acordo com o Irã que encerre a guerra, em entrevista à NBC News. Ele disse que o Irã quer negociar, mas Washington vai seguir com a ofensiva. O presidente também citou a possibilidade de bombardear novamente Kharg, principal centro de exportação de petróleo iraniano.
Segundo o Pentágono, mais de 15 mil alvos foram atingidos no Irã. Trump informou que as forças americanas ampliarão ataques na costa iraniana, ao norte do estreito de Ormuz, para facilitar o transporte de petróleo. A medida ocorre em meio a tensões aumentadas entre EUA e Irã.
Situação no Irã
O Irã afirmou que não há problemas com o novo líder, segundo o ministro das Relações Exteriores Abbas Araqchi. O líder supremo iraniano manteve o fechamento de Ormuz, enquanto Trump questionou a titularidade do cargo.
Resposta de Israel e desdobramentos militares
Israel lançou nova ofensiva contra alvos no oeste do Irã, após declarações de que os Guardiões da Revolução classificaram o primeiro-ministro Benjamín Netanyahu como criminoso. O conflito começou no fim de fevereiro com ataques que mataram o líder supremo anterior, Ali Khamenei.
Contexto e consequências
O porta-voz da aliança informou que o comércio no estreito segue sob ameaça, elevando o preço do barril de petróleo. Bahrein e Arábia Saudita afirmaram interceptar projéteis, e autoridades de Dubai relataram ações semelhantes. O número de mortos já passa de 1.200, com cerca de 3,2 milhões de deslocados, segundo a ONU.
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