Deputados federais e estaduais pressionam o governo para impedir que secretários, presidentes e diretores de fundações e autarquias disputem a eleição na mesma raia que eles.
A pressão recai sobre o governador Gladson Cameli e sua vice, Mailza Assis, que pode assumir o cargo em abril de 2026 caso ele se afaste para concorrer ao Senado.
Considerando que todos os candidatos às eleições devem se afastar de seus cargos em abril, os parlamentares propõem que, pelo menos, aqueles que concorrerem ao pleito não sejam responsáveis pela indicação de seus sucessores nas respectivas pastas.
A maior pressão parte da bancada federal, pois as federações dificultaram a reeleição. A chapa da futura Federação União Progressista, por exemplo, reúne seis deputados federais. Alguns devem migrar para outras siglas.
“Lembre a todos que se sujeitem aos governantes e às autoridades, sejam obedientes, estejam sempre prontos a fazer tudo o que é bom, não caluniem ninguém, sejam pacíficos, amáveis e mostrem sempre verdadeira mansidão para com todos os homens”. (Apóstolo Paulo a mando de Jesus ao filho na fé, Tito – não é piada)
. As intrigas palacianas sobre a sucessão do governador Gladson Cameli (PP) continuam; muitas dessas discussões são como palha no fogo.
Ac24horas



